A Inadiável Retomada do Crescimento Econômico em Dores do Indaiá
O reaquecimento da atividade econômica em Dores do Indaiá impõe-se, hoje, como objetivo prioritário de política pública municipal. Não é necessário argumentar porque esse objetivo é crucial. Saltam à vista os efeitos perversos do processo recessivo que se configurou na economia dorense nos últimos anos. A desaceleração significou acúmulo de estoques, redução de escalas de produção e vendas, cortes nos orçamentos, desestímulo às decisões de investimento e, consequentemente, a expansão estratosférica da taxa de desemprego. O resultado desse arrefecimento é conhecido; estabeleceu-se um “círculo vicioso” na economia local de difícil reversão.
A expansão do desemprego, efeito pior da crise recessiva, transformou-se em causa de maior recessão. Pôs-se em marcha um “efeito multiplicador” negativo, que redundou na diminuição da renda agregada, na redução de gastos com consumo e investimentos e, na redução da arrecadação tributária.
Quando as palavras “corte” e “redução” se transformam em expressões de uso corrente, praticadas ao mesmo tempo por todas as empresas, como medidas para sobreviver à crise, o efeito macroeconômico paradoxal, que atingiu a todos, resultou em mais crises e dificuldades. O estancamento desse círculo vicioso é imperativo. Por motivos não apenas econômicos, mas também sociais e político-institucionais, é necessário e urgente revertê-lo. E isto é possível, sem que se destruam ainda mais a nossa castigada classe empreendedora. Isso porque, com a omissão do poder público municipal, o que evitou um aprofundamento ainda maior desse ciclo econômico recessivo em Dores do Indaiá foi a coragem e a capacidade de sobrevivência das empresas locais diante do ambiente adverso materializado na economia dorense nos últimos anos.
No entanto, minha percepção indica que podemos entrar em uma nova fase a partir de 2012, em que o poder público municipal passa a ter um comportamento pró-ativo em relação ao crescimento econômico e se torna um agente fundamental para que o processo de retomada possa se solidificar. Creio que o momento é propício para o próximo governo municipal ousar. E ousadia a partir de agora significa: 1)- Criar mecanismos e instrumentos de estímulos às atividades econômicas internas; 2)- Buscar novos mercados para os produtos “Made in Dores”, injetando liquidez na economia local; 3)- Usar a capacidade empreendedora do nosso provo como alavanca de crescimento econômico.
A retomada do crescimento e a reversão das expectativas poderão trazer novos capitais externos ao município. E serão capitais com interesses produtivos e estratégicos. Por esse conjunto de razões, é hora de ousar. Competência técnica, capital político interno e credibilidade contam-se entre os atributos positivos do futuro governo municipal. E são atributos fundamentais para uma “virada de jogo” mais ousada e, seguramente, mais sintonizada com os anseios de um município que deseja o crescimento econômico e a prosperidade social. Reativar a economia local com determinação é preciso. É necessário. E é possível.
A expansão do desemprego, efeito pior da crise recessiva, transformou-se em causa de maior recessão. Pôs-se em marcha um “efeito multiplicador” negativo, que redundou na diminuição da renda agregada, na redução de gastos com consumo e investimentos e, na redução da arrecadação tributária.
Quando as palavras “corte” e “redução” se transformam em expressões de uso corrente, praticadas ao mesmo tempo por todas as empresas, como medidas para sobreviver à crise, o efeito macroeconômico paradoxal, que atingiu a todos, resultou em mais crises e dificuldades. O estancamento desse círculo vicioso é imperativo. Por motivos não apenas econômicos, mas também sociais e político-institucionais, é necessário e urgente revertê-lo. E isto é possível, sem que se destruam ainda mais a nossa castigada classe empreendedora. Isso porque, com a omissão do poder público municipal, o que evitou um aprofundamento ainda maior desse ciclo econômico recessivo em Dores do Indaiá foi a coragem e a capacidade de sobrevivência das empresas locais diante do ambiente adverso materializado na economia dorense nos últimos anos.
No entanto, minha percepção indica que podemos entrar em uma nova fase a partir de 2012, em que o poder público municipal passa a ter um comportamento pró-ativo em relação ao crescimento econômico e se torna um agente fundamental para que o processo de retomada possa se solidificar. Creio que o momento é propício para o próximo governo municipal ousar. E ousadia a partir de agora significa: 1)- Criar mecanismos e instrumentos de estímulos às atividades econômicas internas; 2)- Buscar novos mercados para os produtos “Made in Dores”, injetando liquidez na economia local; 3)- Usar a capacidade empreendedora do nosso provo como alavanca de crescimento econômico.
A retomada do crescimento e a reversão das expectativas poderão trazer novos capitais externos ao município. E serão capitais com interesses produtivos e estratégicos. Por esse conjunto de razões, é hora de ousar. Competência técnica, capital político interno e credibilidade contam-se entre os atributos positivos do futuro governo municipal. E são atributos fundamentais para uma “virada de jogo” mais ousada e, seguramente, mais sintonizada com os anseios de um município que deseja o crescimento econômico e a prosperidade social. Reativar a economia local com determinação é preciso. É necessário. E é possível.
Julio Cesar Marques
Economista / Empresário

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